God of War


Seu principal acerto é um raro equilíbrio entre combates e quebra-cabeças, e ser magnificamente polido, bem-acabado, em todos os aspectos, seja nos quesitos técnicos ou artísticos. Feita a opção de começar o jogo, o refinamento visual que norteia toda a aventura é apresentado ao usuário, com cenas de computação gráfica até que singelas, mas de grande valor artístico. Logo, o protagonista Kratos, um ex-guerreiro espartano, volta três semanas antes no tempo, no meio de um navio rumo a Atenas.Novamente, logo nos primeiros combates, o jogador poderá perceber o que o aguarda nas cerca de 15 horas de entretenimento puro. A visão do jogo usa o tradicional sistema de terceira pessoa, com câmera dramática, localizada em pontos estratégicos com o objetivo de obter o ângulo mais apropriado dentro do cenário. Continuar Lendo »

Call of Duty: World at War


Modern Warfare foi um jogo sensacional: trouxe a chamada nova geração de consoles a um patamar de qualidade jamais atingido até então por qualquer outro game – fosse ou não de tiro em primeira pessoa. Mas embora continue bombando na Live e na PlayStation Network, o último Call of Duty já não é o que há de mais novo dentro do universo da série: como qualquer outra marca de sucesso mantida pela Activision, a saga iniciada em 2003 está a um passo de dar as boas-vindas ao seu quinto e mais novo episódio. Sem o “5” no nome e novamente sob os cuidados da Treyarch (responsável pelo bacana, porém abafado CoD 3), World at War tem apenas um objetivo – e sim, é aquele ressaltado por onze em cada dez desenvolvedores que escolhem a Segunda Guerra como pano de fundo. Ele quer reinventar o gênero. Continuar Lendo »