
Black pode ser considerado um dos últimos grandes acontecimentos antes da consolidação da próxima geração. É um game com quesitos técnicos que demonstram a fronteira da atual geração com a próxima e uma mostra do que está por vir. Para enfrentar terroristas, um tema bem atual, o jogador assume o objetivo de completar o máximo de missões que puder. Os cenários apresentam variações muito boas: cidades, áreas rurais, pontes e fábricas são alguns dos exemplos. Todas as áreas possuem características Próprias. Construções, paredes, portões, máquinas e muitas outras coisas podem servir como armas (se forem explosivas) ou simplesmente ser atingidas por rajadas de balas. Mesmo no controle, sua mira não é muito Prejudicada, mesmo estando no meio de um intenso tiroteio.
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Após uma série de fracassos, pontuada de forma magistral com “Sonic the Hedgehog” para PlayStation 3 e Xbox 360, a Sega anunciou que daria descanso ao veloz ouriço, focando esforços para tornar a produzir um jogo de alta qualidade com o herói, como não acontece há tempos - ao menos nos consoles caseiros, já que a história é diferente nos portáteis.
Promessa feita, promessa não cumprida. Há pouco tempo tivemos de aturar o apenas mediano “Sonic Unleashed” e agora chega o excêntrico “Sonic and the Black Knight”. Segundo título da linha “Sonic Storybook Series”, iniciada com “Sonic and the Secret Rings”, o game até apresenta certa evolução em relação anterior, mas nada o bastante para dizer que seja o aguardado retorno em grande estilo do ouriço.
Um ouriço na Idade Média
Tal qual “Secret Rings”, “Black Knight” parte de uma premissa esdrúxula e aleatória. Um reinado medieval está sendo ameaçado pelo Cavaleiro Negro, ninguém menos que o lendário Rei Arthur Continuar Lendo »
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